Steven Tallarico nunca achou que chegaria ao nível de seu ídolo M. Jagger. De New York, mudou para Boston, trocou seu sobrenome para Tyler e começou a trabalhar em seu destino. Ele pulou de banda em banda antes de finalmente, em 1970, se juntar aos guitarristas Joe Perry e Brad Whitford, ao baterista Joey Kramer, e ao baixista Tom Hamilton.
Em 1972 foram contratados pela Columbia Records depois de muitas apresentações em bares, escolas e até shows ao ar livre. Seu primeiro disco foi lançado em 1973, uma bolacha muito sólida que continha uma balada com uma introdução de piano chamada Dream on. Ninguém prestou muita atenção. Get Your Wings foi o próximo lançamento, mas a banda conseguiu o primeiro sucesso em 1975 com Toys in the Attic. Mas foi com a balada de dois anos antes, Dream on, que fez com que a banda fosse descoberta. Relançada como single foi um imenso sucesso que, junto com as turnês da banda, colocaram o Aerosmith no topo do Hard Rock.
Rocks foi lançado em 1976 e é, possivelmente, um dos melhores disco, contendo preciosidades como Back in the Saddle e Rats in the Cellar. Mas em 1977, com Draw the Line, parte do brilho estava sumindo. As turnês contínuas e o abuso de drogas estavam mostrando o problema que causavam, particularmente em Tyler e Perry em seu estilo muito precioso de escrever músicas. Na metade de 1979 Perry deixa a banda, destruindo a preciosa química que sempre fez o Aerosmith progredir. Brad Whitford também partiu logo em seguida, deixando Tyler, Hamilton e Kramer para continuar com a banda e tentar trabalhar com novos guitarristas, Jimmy Crespo e Rick Dufay. Rock in a Hard Place foi um disco muito bom, mais pesado que os anteriores, mas ainda faltava algo. Ao vivo, Tyler caia no palco devido ao abuso de drogas. O Aerosmith começou sua grande queda para o esquecimento, tendo sido ultrapassado por novas bandas.
Mas em 1984 o inimaginável aconteceu. Tyler e Perry se uniram novamente, Whitford voltou ao seu posto também e uma nova turne de reunião da banda chamou seus fãs de volta para os shows. Eles mudaram para a Geffen Records e gravaram Done With Mirrors em 1985. Foi um disco que não se saiu muito bem, por causa dos problemas com as drogas, que continuavam a afetar o desempenho da banda. Finalmente todos começam um tratamento de limpeza que deixou-os sóbrios, livre das drogas e com a cabeça limpa pela primeira vez na década. Na mesma hora a versão do Run-DMC de Walk This Way, com Tyler e Perry, preparou terreno para a volta esmagadora!!!
Após eles terem passado uns tempos na Caron Fundation (Pensilvânia), um centro de reabilitação para toxico-dependentes, sai Permanent Vacation de 87. Um pouco rápido e até comercial para os padrões do Aerosmith, mas tinha Dude e Rag Doll. Este disco estabeleceu a banda como uma das melhores do gênero e fez com que eles gravassem Pump em 89, o melhor disco da banda desde Rocks. Com muita atitude e músicas poderosas como, Love In The Elevator, F.I.N.E. e a clássica Janie's Got A Gun, vendeu quatro milhões de discos.
Em seguida lançam Get A Grip, que não fica atrás e comprova o talento da banda. São pérolas do nível de Cryin' e Livin' On The Edge (que traduzimos para vocês), que se ouvem neste disco. O vídeo clip Cryin' ganhou o prêmio de melhor vídeo de 1994, dado pela MTV.
A coletânea “Big Ones” foi lançada e somente três anos depois, o inédito “Nine Lives” chegou às lojas. Muitas músicas desse álbum viraram clip e o grupo continuou faturando vários prêmios e lotando estádios por todo o mundo. Para registrar essa excelente fase, editaram, em 1998, “A Little South Of Sanity”, um disco duplo que traz todos os grandes hits da banda em formato “ao vivo”.
Em 2001, saiu o novo álbum “Just Push Play”, mantendo a mesma tendência dos anteriores, com baladas poderosas, vídeo clips super produzidos e milhões de cópias vendidas. Nesse mesmo ano, lançaram “Young Lust: The Aerosmith Anthology" uma coletânea dupla que, além dos clássicos do grupo, ainda traz faixas raras, lados-b de singles, gravações ao vivo e um livreto com diversas fotos, provando que, mesmo com quase 30 anos de estrada, o Aerosmith continua sendo uma das bandas mais importantes do Rock. Outra coletânea dupla, "O Yeah! Ultimate Aerosmith Hits", saiu em 2002 e, como o próprio título diz, traz 'hits' como "Dream On", "Walk This Way", "Janie's Got a Gun", entre outros. Dois anos depois, o grupo estava de volta ao mercado fonográfico com o lançamento de "Honkin´ On Bobo", um trabalho versátil e bem diferente dos discos anteriores do Aerosmith. No repertório da compilação faixas com o melhor do Blues e do Soul. Em 2005 o grupo colocou nas lojas o disco ao vivo “Rocking' The Joint (Live At The Hard Rock)”. O material, gravado durante um show do grupo no Hard Rock Cafe, em Los Angeles, em 2002 traz no repertório músicas como “Walk This Way”, “Seasons Of Winter”, “Same Old Song And Dance” e um cover de “Rattlesnake Shake” do Fleetwood Mac.
A história do The Police começou em 1976, quando o baixista Gordon Sumner, mais conhecido como Sting, se apresentava nos pubs londrinos com sua banda de jazz-rock "Last Exit". Uma dessas performances foi vista por Stewart Copeland, baterista do "Curved Air", que imediatamente se interessou pelo estilo e técnica do músico.
Com o fim do Last Exit pouco tempo depois, Copeland e Sting resolvem formar um novo grupo. Juntou-se a eles o guitarrista Henry Padovani, e o trio saiu para uma pequena tour como banda de apoio do vocalista Cherry Vanilla, que estava abrindo shows de Johnny Thunders.
Já em 1977, adotando definitivamente o nome The Police, lançam o primeiro EP, "Fall Out", por um selo independente que era, na verdade, comandado por Copeland e seu irmão Miles, que acabou virando empresário do grupo.
O EP fez relativo sucesso e o The Police começou a ganhar nome no underground. Conheceram Andy Summers, músico que assumiu a segunda guitarra no grupo. Mantiveram essa formação de dois guitarristas por um tempo, até que Padovani deixa a banda.
Novamente como um trio, em 1978, o Police assina com a gravadora A&M e lançam o single "Roxanne", que apesar de não ter sido bem sucedido, não abalou a confiança da banda pois logo após gravaram o segundo, "Can't Stand Loosing You", que entrou para a lista dos 50 mais vendidos da Inglaterra.
Mesmo sem nenhum disco nas lojas, fazem uma breve excursão pelos EUA, cruzando o país numa van alugada. Ainda no mesmo ano (1978), gravam o primeiro álbum, "Outandos D'Amour". Esse álbum ficou em sexto lugar nas paradas britânicas e entrou para o Top 30 americano.Os dois primeiros singles são relançados e "Roxanne", inicialmente um fracasso, vira hit.Em 1979, sai mais um EP, "Message in a Bottle", que foi direto para o topo das paradas.
O segundo álbum, "Reggatta de Blanc" teve o mesmo destino e o Police torna-se uma das maiores bandas do mundo.O grupo faz uma turnê inusitada, tocando em países que não eram rota entre os artistas como a Índia, Egito e Grécia.Antes de gravarem o terceiro álbum, "Zenyatta Mondatta" , a banda solta em 1980, o EP "Dont Stand So Close To Me", que também foi número 1 no Reino Unido e subiu na parada americana. Em 1981, o Police conquista o mundo com o hit "De Do Do Do, De Da Da Da" faturando 3 Grammys.
Apesar do público crescer a cada show, os integrantes do grupo iniciam suas respectivas carreiras solo. O álbum de maior sucesso de toda a careira, "Synchronicity", foi lançado em 1983 e liderou as paradas americanas e inglesas por 17 semanas. Seguiu-se então, uma bem sucedida turnê de divulgação do disco, porém, após o término da mesma, o grupo se separou.
Desde então, houveram poucas reuniões do Police em alguns shows especiais, eventos e aparições em programas de rádio e TV, sendo que até hoje, seus integrantes seguem carreira solo.
O Genesis foi formado na Inglaterra por amigos que estudavam numa espécie de internato preparatório para a faculdade, chamado Chaterhouse Public School. Peter Gabriel e Antony Banks já estudavam por lá em 1963, e no ano seguinte, chegou Michael Rutherford, logo seguido de Anthony Philips. Nas apresentações com suas respectivas bandas foram se conhecendo, e algum tempo depois se juntaram e formaram o Genesis em 1967. Depois de gravar algumas ‘demos’ amadoras em estúdios caseiros, uma dessas gravações chegou às mãos Jonathan King, um ex-aluno de Charterhouse e assistente de Edward Lewis, o então presidente da Decca Records, em Londres.
Depois de duas fitas-demo e dois compactos, Chris Stewart sai da banda e no seu lugar entra John Silver, também estudante da antiga escola. Com Gabriel nos vocais, Banks nos teclados, Mike Rutherford no baixo, Anthony Phillips na guitarra e John Silver na bateria, o Genesis grava seu primeiro disco, o obscuro “From Genesis to Revelation”, lançado pela Decca Records. O álbum não obteve êxito algum e John deixa a banda. Para o seu lugar é recrutado John Mayhew.
Em 1970 foi lançado, via Charisma Records, o segundo registro do grupo. “Trespass” apresentava uma banda mais amadurecida, com sua veia musical bem diferente do primeiro LP. As faixas eram mais longas, os arranjos melhor elaborados e mais eruditos. Logo após o lançamento do álbum, o Genesis passou por mais mudanças. Saíram John e Anthony e para os seus lugares vieram o baterista Philipe Collins e o guitarrista Steve Hackett. Essa formação gravou “Nursery Cryme”, que trazia uma musicalidade extremamente elaborada, além de letras inspiradas em ficção cientifica, poesias de William Blake e contos de terror de H.P. Lovecraft.
Em 1972 foi a vez de “Foxtrot”, seguido de muitas turnês pelo Reino Unido. A popularidade da banda começava a crescer cada vez mais por conta da criatividade dos músicos, tanto nos arranjos quanto nas letras, mas a genialidade de Peter Gabriel passava a ofuscar os outros integrantes, que ficam desconfortáveis com reportagens que falavam apenas do músico e pouco citavam a banda como um conjunto.
“The Lamb Lies Down on Broadway” foi o registro seguinte, lançado em 1974. Peter Gabriel comandou quase totalmente as composições e gravações, e os desentendimentos internos eram constantes, o que resulta na saída de Gabriel da banda. Ele, porém, é convencido a permanecer com o Genesis por mais seis meses, durante a turnê de promoção do álbum, que passou pela Europa e Estados Unidos, rendendo no total 102 apresentações.
Em maio de 1975, Peter Gabriel finalmente deixa o Genesis e decide partir para carreira solo, enquanto o resto da banda, depois de uma exaustiva procura por um vocalista, decidiu por uma solução caseira: o baterista Phil Collins também tomaria conta dos vocais. E já no ano seguinte, o grupo lança o álbum “A Trick of the Trail” e percebe que sua reputação não foi abalada, o que dá confiança ao quarteto a seguir em frente.”Wind and Wuthering” foi o segundo álbum com Phil Collins nos vocais, seguido de uma extensa turnê, que passou inclusive pelo Brasil em 1977. Aproveitando a série de apresentações, o grupo gravou o ao vivo “Seconds Out”, mas logo após o lançamento do álbum, Steve Hackett deixa o grupo.
Em 1978, o Genesis continua como um trio com Phil Collins nos vocais, Tony Banks nos teclados e Mike Rutherford no baixo e nas guitarras. Nos anos seguintes o grupo investiu de vez no pop e foi deixando sua veia progressiva de lado, “…And Then There Were Three…”, “Duke”, “Abacab”, o ao vivo “Three Sides Live”, “Genesis”, “Invisible Touch, e “Throwing It All Away” foram muito bem sucedidos, principalmente pelo forte apelo comercial que carregavam. A banda havia ficado milionária e cada vez os shows alcançavam maiores públicos. De estrela do rock progressivo, o Genesis se tornou um fenômeno da musica pop.
Em 1996 Phill Collins decide deixar a banda para também se dedicar à sua carreira solo. Dessa vez, ao contrário do que havia ocorrido quando Peter Gabriel deixou a banda, o Genesis sentiu o golpe, pois o substituto, Ray Wilson, chegou a gravar apenas um álbum, “Calling All Stations”, o último registro do extenso legado do grupo.
O Pearl Jam surgiu em Seattle, na metade dos anos 80, época em que ainda não havia o movimento Grunge. O guitarrista Stone Gossard e o baixista Jeff Ament que eram amigos, formaram uma banda de hard-rock chamada de Green River ao lado do guitarrista Steve Turner e o vocalista Mark Arm. Essa banda achegou a lançar um álbum e um EP mas se desfez em 88 quando Arm e Turner formariam logo depois o Mudhoney.
Stone e Jeff continuaram juntos e, com o vocalista Andrew Wood, formam uma outra banda chamada Mother Love Bone. Logo após o lançamento do primeiro álbum da banda, vocalista Andrew Wood, morre, vítima de uma overdose de heroína. Os dois companheiros de Wood, sem outra opção, saíram à procura de um novo vocalista. Logo gravam uma fita demo com 3 músicas instrumentais que, por intermédio do ex-baterista do Red Hot Chili Peppers, Jack Irons, caiu nas mãos do então vocalista desempregado Eddie Vedder. Este gravou sua voz por cima das músicas e mandou de volta para Jeff Ament e Stone Gossard.
Ao mesmo tempo que isso acontecia, Chris Cornell, vocalista do Soundgarden e ex-companheiro de quarto do falecido vocalista do Mother Love Bone, resolve formar um banda para fazer um disco em homenagem ao antigo companheiro. Ele contacta Jeff e Stone, que aceitam fazer parte desse projeto. Estes, por sua vez, levam Mike McCready e Eddie Vedder, e juntamente com o baterista Matt Cameron, também do Soundgarden, formam o Temple of the Dog. Gravam um álbum auto-intitulado, que saiu pela A&M Records em 1991.
Depois do fim dessa banda, Jeff, Stone, Mike e Eddie decidem formar definitivamente um novo grupo, e para isso ganham o reforço do baterista Dave Krusen. Assim, nasce o Pearl Jam. A princípio, o nome da banda seria Mookie Blaylock mas Vedder sugere o nome Pearl Jam, que seria uma homengam à uma geléia com poderes alucinógenos que sua avó (chamada Pearl) fazia. Assinam um contrato com a Epic Records, lançando em 91, o primeiro álbum Ten.
O álbum emplacou vários hits nas rádios e na MTV, como "Alive", "Oceans" , "Jeremy"e "Even Flow", entrando para o Top Tem da indústria fonográfica americana. Ainda nesta época o baterista Dave Krusen foi substituído por Dave Abbruzzese. Um ano depois a banda gravou o MTV Unplugged e tocou no festival itinerante Lolapalooza. Em 1993 ganharam o MTV Vídeo Music Awards de melhor banda de Hard Rock / Heavy Metal, Melhor Vídeo de Grupo, Melhor Diretor e Vídeo do Ano pelo clipe de Jeremy. Ainda este ano eles gravaram dois singles chamados Daughter e Animal.
Depois desse exaustivo ano, em que o Pearl Jam consolidou de vez o status de ser a grande banda de rock do momento, o grupo volta ao estúdio para gravar o seu segundo disco. Em outubro de 1993 sai então "Vs". Este álbum alcançou o recorde de vendas. Em apenas 24 horas foram vendidas 350 mil cópias. O sucesso do grupo se tornava cada vez maior com a gravação de singles como Spin In The Black Circle e do próximo álbum "Vitalogy". Foi nesta mesma época que Dave Abbruzzese foi mandado embora do grupo. Seu substituto foi o ex-Chilli Peppers Jack Irons.
Em 1994, já nas lojas, o disco "Vitalogy" não vende tão bem quanto os anteriores, e a tensão entre a banda aumenta. Não chega a ser um fracasso, claro, mas a significativa diminuição de cópias vendidas é diretamente causada pelo biocote que a banda sofre por parte da imprensa em geral, devido à postura anti-comercial adotada por eles.
No ano de 1995 foram lançados mais dois singles intitulados "Not For You" e "Immortality". Ainda neste ano o grupo viajou em turnê junto com Neil Young. Em 1996 o Pearl Jam resolve fazer uma pausa, e sai de cena por um tempo. Mas logo eles gravam um novo trabalho intitulado "No Code". O disco não foi um sucesso mas mesmo assim vendeu bem, e a banda parte para um nova turnê de quase dois anos, sempre com casa cheia. Em 1998 porém, a banda trabalhou dobrado.
Além de lançarem os singles "Given To Fly" e "Wishlist", o novo álbum "Yeld", também saiu o primeiro vídeo da banda intitulado "Single Video Theory". No fim desse mesmo ano ainda chegou às lojas o primeiro registro ao vivo do grupo: "Live On Two Legs". Este foi também o primeiro trabalho do grupo com o ex-baterista do Soundgarden, Matt Cameron. O ano de 1999 começou com o Pearl Jam participando de um disco em benefício das vítimas da guerra de Kosovo, chamado "No Boundaries" (no Brasil, "Sem Fronteiras").
O grupo aparece com a música "Last Kiss", uma bela e simples balada, que tocou exaustivamente nas rádios do Brasil (e que virou um single da banda). No mesmo ano a banda termina as composições do álbum "Binaural" que acabou sendo lançado em 2000, porém, sem a agressividade que marcou o início da carreira.
Em 2002, chega "Riot Act", um pouco mais pesado que o trabalho anterior e que trouxe de volta, inclusive, a rebeldia do Pearl Jam, pelo menos nas apresentações ao vivo onde o vocalista Eddie Vedder criticava duramente o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush e a guerra no Iraque.
A banda passa também a comercializar em seu site oficial vários 'bootlegs', ou seja, gravações de quase todos os shows que o Pearl Jam realizou na turnê. Somente em 2004, entretanto, Vedder e sua turma anunciaram que estão pensando num álbum inédito. O material, entretanto, não tem título e nem data pra sair. E o Pearl Jam também continua sem gravadora.
Steve Vai nasceu no dia 6 de junho de 1960 em Long Island, no estado americano de Nova Iorque. Começou a ter aulas de guitarra com 12 anos de idade e seu primeiro professor foi ninguém menos que Joe Satriani. Alguns anos depois, o guitarrista seguiria os mesmos passos de seu mestre, formando-se na famosa Berklee School Of Music.
Aos 19 anos, Vai mudou-se para Los Angeles onde, após transcrever músicas complicadíssimas de Frank Zappa para partitura, convenceu o músico a contratá-lo em sua banda. Gravou seu primeiro disco solo "Flex-Able Leftovers" em 1984, chamando atenção das bandas e guitarristas em geral. Em 1985 entrou no Alcatrazz, substituindo outra lenda das seis cordas: o sueco Yngwie Malmsteen.
No ano seguinte, David Lee Roth, que havia deixado o Van Halen, convida Vai para tocar em sua banda solo. O vocalista já era bastante famoso o que proporcionou enorme crescimento na carreira do músico, realizando grandes turnês e lançando dois discos: "Eat' Em Smile", em 1986 e "Skycraper" em 1988.
Em 1989, o guitarrista do Whitesnake, Vivian Campbell, sofre um acidente que o impossibilita de entrar em estúdio. "Slip Of The Tongue", o próximo álbum do grupo, é então gravado por Steve Vai. O guitarrista ainda tocou com a banda na turnê de divulgação do disco, que foi considerado pelos fãs, um dos melhores do grupo.
De volta pra casa, Vai começa a trabalhar no seu segundo disco solo e, em 1990, é lança "Passion And Warfare". O álbum foi aclamado mundialmente, elevando o guitarrista ao status de "deus da guitarra". A faixa "For The Love of God", em especial, impressionou a todos, alternando com perfeição a técnica, velocidade e feeling.
Mesmo após todo esse sucesso, Vai resolve inovar e em 1993, gravou "Sex & Religion" com o vocalista Devin Townsend. O disco não foi um grande sucesso e o guitarrista volta às origens, com músicas instrumentais nos trabalhos seguintes, que foram: "Alien Love Secrets", de 1995, "Fire Garden", de 1996.
Ainda em 96, Steve Vai entra no projeto "G3", com seu antigo professor, o guitarrista Joe Satriani e Eric Johnson. Os shows consistiam em uma apresentação individual de cada um dos músicos e uma jam session entre os três, no fim da noite. A turnê foi registrada em 1997, com o lançamento do disco "G3:Live Concert".
Mais um disco solo, o "The Ultrazone", saiu em 1999 e no ano de 2000, é lançada a coletânea "The Seventh Song". Esse álbum é uma compilação de todas as sétimas faixas dos discos solo de Steve Vai, pois como ele mesmo disse, sempre reservou esse espaço para a canção de maior feeling, que passasse maior emoção ao ouvinte. O álbum ainda traz 3 faixas inéditas.
"Alive In a Ultra World" chega em 2001 e "The Elusive Light And Sound, Vol. 1" no ano seguinte. Em 2003, Vai volta a sair em turnê com o G3, desta vez, ao lado de Joe Satriani e Yngwie Malmsteen.
Malmsteen, cujo verdadeiro nome é Lars Johann Yngwie Lannerback (cruzes!) iniciou cedo sua apreciação pela música. Aprendeu a tocar piano e trumpete ainda criança e aos 7 anos começou a tocar violão. Quem o inspirou: Jimi Hendrix. Três anos mais tarde adotou o sobrenome da mãe, Malmsteen, com o qual viria a ser conhecido.
O pequeno Yngwie não gostava da escola e aos poucos foi deixando de lado os livros de história e matemática para se dedicar a música. A sorte é que a mãe dele, percebendo o óbvio - seu talento - o apoiou e aos 15 anos Malmsteen não frequentava mais as aulas regulares, a guitarra havia se tornado sua prioridade.
Ouvindo Deep Purple, Malmsteen conheceu Blackmore (que o influenciou muito) e com Blackmore, conheceu Bach, Beethoven, Mozart, Vivaldi, Paganini e outros compositores clássicos. Juntando todo esse embasamento teórico e prático você tem: um p*** guitarrista!
Criador de um estilo inconfundível, Malmsteen sempre foi muito perfeccionista, alguns o acham um verdadeiro chato e metido, mas sua intenção sempre foi dar o melhor de si, o que acabou provocando, e ainda provoca, desentendimentos com outros músicos ao longo de sua carreira.
Aos 18 anos gravou uma demo que o possibilitou ir a Los Angeles para tocar no Steeler. Em 1983 saiu o primeiro e único álbum (homônimo) da banda com Malmsteen. No mesmo ano entrou em outra banda, o Alcatrazz, que proporcionou maior destaque ao guitarrista. Gravaram dois álbuns e logo, Malmsteen partiu para sua carreira solo.
O primeiro álbum, Rising Force, recebeu até indicação para o Grammy, tamanha sua repercussão no meio musical, detalhe: é um disco praticamente instrumental, apenas duas músicas tem vocais! A formação na época era: Jeff Scott Soto (voz, e que voz!), Barremore Barlow (bateria), Jens Johansson (teclados) e é claro, Malmsteen (all guitars!). Depois vieram Marching Out e Trilogy. Este último já com mudanças na formação: Marc Boals nos vocais.
Em 87 um acidente preocupa os fãs: Malmsteen bateu seu Jaguar e passou uma semana em coma. Para piorar a situação, sua mãe falece, vítima de cancer. O álbum Odyssey de 1988 saiu logo depois desses acontecimentos para provar que, apesar de tudo, Malmsteen estava no pique. Muitos consideram o disco muito "comercial" mas a única lástima desse álbum talvez seja o vocalista: Joe Lyin Turner (os fãs que me perdoem). Também com Turner nos vocais, saiu o primeiro álbum ao vivo, Trial by Fire.
O álbum Eclipse de 1990 também é bastante acessível a apresenta uma reformulação geral na formação da banda: Corah Edman (voz), Mats Olausson (teclado), Svante Henryssonn (baixo) e Michael Knorring (bateria). Em 92 sai Fire And Ice um álbum mais conceitual. No ano seguinte Malsteen casa-se com Amberdawn Landin. Os álbuns seguintes foram aclamados pelo público e pela crítica, e em 1996 é lançado um álbum-tributo, com 'covers' de seus ídolos: Deep Purple, Rush e Hendrix entre outros.
O casamento de Malmsteen não ía nada bem, com constantes brigas e discussões e acabou em 96. Um ano mais tarde sai Facing The Animal, considerado um dos melhores álbuns do guitarrista. A formação desse álbum: Barry Dunaway (baixo), Mats Leven (voz), Mats Olausson (teclados) e Cozy Powell (bateria).
Em 1998, o guitarrista sueco realizou um antigo sonho: Gravar um álbum apenas com guitarra e orquestra. O resultado dessa experiência foi “Millennium Concerto”, que traz composições inéditas feitas especialmente para esse projeto.
Após o lançamento de um álbum ao vivo, gravado no Brasil, Malmsteen começou a compôr material para o próximo disco de estúdio, que acabou saindo em 2000 sob o título de “War to End All Wars”. Com composições pesadas e solos mais rápidos do que nunca, esse álbum foi muito bem aceito pelos fãs, só pecando na baixa qualidade da gravação e produção, feitas pelo próprio guitarrista, em sua casa. O time que participou das gravações contava com a volta de Mark Boals nos vocais, John Macaluso na bateria e Matts Olausson nos teclados.
Seguiu-se então mais uma turnê mundial, porém, um line up totalmente diferente, desta vez com Doogie White (vocais), Derik Sherinian (teclados), Mick Cervino (baixo) e Patrik Johanson (bateria) acompanhou Yngwie na estrada, passando novamente por terras brasileiras em 2001.
Em 2002, sai "Attack!!", um que segue a linha do anterior "War to End All Wars", mas que é muito mais bem produzido e tem como destaques as poderosas "Razor Eater", que abre o disco, a instrumental "Baroque and Roll" e a homenagem aos vikings "Valhalla".
O ano era 1985. John Petrucci (G) e John Myung (B), dois estudantes, conheceram um rapaz tocando bateria na Berklee School of Music (Boston). Esse rapaz era Mike Portnoy e logo que começaram a conversar descobriram que todos eram de Long Island e, além disso, tinham muita coisa em comum, como por exemplo, a música. Tocavam juntos no tempo livre (da escola) quando conheceram Kevin Moore (K) e Chris Collins (V). Decidiram deixar a escola para se dedicar à música. Com o nome de Majesty gravaram uma demo com seis músicas. Assinaram com a Mechanic Records, e tiveram que mudar o nome pois havia uma outra banda (de Jazz) chamada Majesty.
Foi o pai de Mike que sugeriu um novo nome para a banda. Dream Theater era o nome de um cinema na California. Em 1987, Charlie Dominici é recrutado como novo vocalista, pois Chris não correspondia ao que eles procuravam para o álbum: experiência. O Dream Theater é uma banda que mistura Metallica e Yes e consegue um maravilhoso resultado, onde tudo funciona perfeitamente. É o que se ouve desde o primeiro LP, “When Dream And Day Unite”, lançado em 1989 e produzido por Terry Date. Apesar da boa aceitação da crítica e do público, a distribuição do LP foi limitada, rendendo shows apenas aos arredores de Nova York.
Ficou claro que Charlie também não era o vocalista ideal, e em 1990 ele saiu da banda. Quase dois anos se passaram na busca de um novo vocalista. Enquanto isso o Dream Theater compunha novas músicas. Muitas das músicas do 2º LP, “Images and Words”, foram tocadas ao vivo (nos shows que a banda fazia) sem letras, apenas instrumentais. A busca se tornou tão cansativa que quase desistiram, pensando até em continuar como uma banda instrumental.
John Arch (do Fates Warning) quase foi contratado. Chris Cintron acabou entrando na banda e parecia ser o homem certo, mas isso durou pouco tempo, até eles conhecerem, através de uma fita demo, Kevin LaBrie que tocava em uma banda do Canadá chamada Winter Rose. Chris foi deixado de lado e Kevim juntou-se ao Dream Theater. Decidiu usar seu nome do meio, James, pois já havia Kevin Moore na banda e a confusão seria grande. (Repare que a banda já tem dois John's)
Assinaram um contrato com a Atco/East West Records e em 1991 gravaram “Images and Words”. O show de estréia com James foi em Junho de 1992, quando abriram para o Iron Maiden. Com o novo disco e a nova gravadora, entraram em turnê. Enquanto estiveram na europa, gravaram o EP “Live at the Marquee”. Em 1993, um show no Japão rendeu um vídeo.
Em março de 1994 a banda começou a trabalhar no novo álbum, decidindo incluir as músicas que vinham tocando em alguns de seus shows, mas apenas uma delas foi gravada, "Puppies on Acid", que ficou sendo "The Mirror". Foram para Los Angeles com seus produtores mas algo não estava bem na banda: em agosto, no meio das gravações de “Awake”, Kevin decidiu deixar a banda. Motivo: diferenças musicais.
A saída de Kevin foi amigável. Segundo ele mesmo e segundo a banda, que se diz triste com sua partida, eles continuam amigos. Jordan Rudess (do Dixie Dreggs) que de início apenas substituiria Kevin Moore, acabou como membro definitivo da banda. Outro músico os acompanhou pela tour européia em 1995: Derek Sherinian, que acabou ficando na banda.
O LP vendeu muito bem e os fizeram vários shows por toda a europa e no Japão. Juntaram-se ao antigo produtor, David Prater, para gravar um EP, intitulado “A Change of Seasons”, em 95. Esse EP inclui covers como "Perfect Strangers" (Deep Purple) um medley de músicas do Led Zeppelin.
Dois anos mais tarde, gravaram “Falling Into Infinity”, saindo para uma nova tour, (que incluiu o Brasil). Em setembro do ano seguinte, a banda aportou novamente no Brasil, desta vez para participar da 4ª edição do Philips Monsters Of Rock.
Em 1998, a banda lança mais um álbum ao vivo, “Once in a Live Time” , no ano seguinte mais um álbum de estúdio, “Scenes from a Memory”, e em 2000 “Through her Eyes”, todos com o mesmo estilo que conhecemos, esbanjando técnica e criatividade.
Em 2001, é lançado mais um álbum ao vivo, “Live Scenes from New York”, que mostra toda a energia da banda durante a passagem por Nova Iorque, na turnê do “Scenes from a Memory”.
O inédito “Six Dreguees of Inner Turbulence”, chegou em 2002 e foi totalmente produzido por Portnoy e Petrucci, responsáveis pela maioria das composições da banda. No final do ano seguinte veio "Train Of Thought", o sétimo da carreira em estúdio da banda mais respeitada e conceituada atualmente do chamado Heavy Metal Progressivo.
No início dos anos 80, em meio a decadência em que vivia o Rock Progressivo, alguns dos músicos mais talentosos do estilo se uniram numa nova banda, porém, com um maior apelo comercial, misturando Rock, Pop e Progressivo.
O nome escolhido foi Asia e a formação era a seguinte: Steve Howe (ex-Yes - Guitarra e Vocal), Carl Palmer (ex-ELP - Bateria ), John Wetton (ex-King Crimson, Uriah Heep - Baixo e Vocal) e Geoffrey Downes (ex-Yes - Teclado e Vocal).
O álbum de estréia, auto intitulado, foi lançado em 1982 e gerou uma certa polêmica: enquanto que os fãs mais radicais das ex-bandas dos integrantes do Asia viraram a cara para o disco devido as composições simples, o resto do mundo passou a adorá-los. Os hits "Heat Of The Moment" e "Only Time Will Tell", que virou até tema de propaganda de cigarro, impulsionaram as vendas, que chegaram a impressionante marca de 9 milhões de cópias.
O segundo trabalho "Alpha", foi lançado no ano seguinte e não obteve a mesma receptividade do primeiro. Steve Howe deixa o grupo e é substituído por Mandy Meyer (ex-Krokus).
Em 1985, gravaram "Astra". Comercialmente, o disco foi ainda pior que o anterior, e nem o vídeo "Go", conseguiu emplacar. Perturbado com a má fase, o Asia resolve dar um tempo e os integrantes partem em carreira solo e se lançam em novos projetos. Voltam a se encontrar apenas em 1990, quando, após o lançamento da coletânea "Then & Now", iniciam uma extensa turnê mundial, passando inclusive pelo Brasil. Registram alguns shows dessa excursão e "Live In Moscow" sai no ano seguinte.
Estava na hora de lançar um inédito e "Aqua" veio 1992, trazendo alguns novos nomes no line up: John Payne (baixo e vocal), Al Pitrelli (guitarra, atualmente no Megadeth) e Michael Sturgis (bateria). Os veteranos Carl Palmer e Steve Howe aparecem nos créditos apenas na condição de convidados. Na divulgação de "Aqua", tocaram na maioria dos festivais europeus, sendo muito bem recebidos.
Em 1994, veio "Aria", sem grandes novidades. O guitarrista Aziz Ibrihim (Simply Red) substituiu Al Pitrelli, que foi para o Savatage, na turnê que se seguiu. Dois anos depois, para o lançamento de "Arena", ocorreram mais mudanças na formação: agora, além de Downes e Payne, Sturgis e Ibrihim, entraram Elliot Randall (guitarra), Luis Jardim (percussão) e Tomoyasu Hotei (guitarra).
No ano de 2002 o Asia apresentou ao público o material ao vivo “Live In The Usa", lançado em CD e DVD, e reunindo grandes sucessos da carreira da banda em um show gravado em Nova York no mês de outubro. “Silent Nation”, tão esperado novo disco de estúdio, chegou às lojas em 2004 com um repertório que trazia de volta as raizes da sonoridade da banda presentes no disco debut de 1982.
Entre inúmeras mudanças na formação, coletâneas e álbuns ao vivo, o Asia segue firme até hoje, lançando, vez ou outra, algum material inédito, para a alegria dos fãs.
Dire Straits foi uma banda de rock britânica formada em 1977 por Mark Knopfler (guitarra e vocais), seu irmão David Knopfler (guitarra), John Illsley (baixo) e Pick Withers (bateria). Embora formada em uma época em que o punk rock reinava absoluto, decidiram lidar com as convenções do rock clássico, firmando-se em uma sonoridade mais leve, que agradou ao público cansado do som superproduzido do rock dos anos 70. Não tardou para que a banda se tornasse conhecida mundialmente, ganhando o status de disco de platina logo em seu primeiro álbum.Entre suas canções mais conhecidas estão "Sultans of Swing", "Your Latest Trick", "Romeo and Juliet", "Private Investigations", "Money for Nothing", "Walk of Life", "Brothers in Arms" e "So Far Away" Apesar do grande sucesso, a banda terminou sem estardalhaços em 1995, quando Mark Knopfler expressou o desejo de não mais fazer turnês em larga escala, passando imediatamente a se dedicar integralmente à sua carreira solo. O Dire Straits gravou e lançou seu primeiro e auto-intitulado álbum em 1978, inicialmente no Reino Unido, para depois se espalhar pelo resto da Europa e então Estados Unidos. O single Sultans of Swing se alcançou as paradas britâncias.
O segundo álbum Communiqué foi lançado no ano seguinte. As formações da banda mudaram durante os anos, restando somente Mark Knopfler e John Illsley como remanescentes da formação inicial. Em 1980 a banda lançou seu terceiro álbum, Making Movies, marcando o início de arranjos mais complexos e produções que continuariam parecidas até o final do grupo, nos anos 1990. Contendo Romeo and Juliet, que se tornou um dos maiores hits da banda, o álbum também marcou a saida de David Knopfler enquanto sua produção ainda estava em progresso. O músico foi substituido por Sid McGinnis. Making Movies ainda contava com o tecladista Roy Bittan e foi produzido por Jimmy Iovine. O tecladista Alan Clark e o guitarrista Hal Lindes se uniram à banda no quarto álbum, Love Over Gold, lançado em 1982 e primeiro álbum da banda produzido por Mark Knopfler. Logo após o lançamento do álbum o baterista Pick Withers deixou a banda para uma nova carreira no jazz. Seu substituto foi Terry Williams, anteriormente no Rockpile.Em 1983 foi lançado um EP contendo a canção Twisting by the Pool, sendo seguido pelo álbum ao vivo duplo Alchemy: Dire Straits Live, no ano seguinte. O álbum Brother in Arms foi lançado em 1985 e se tornou o mais vendido do Reino Unido naquele ano, alcançando sucesso também internacionalmente. Foi origem de vários singles de sucesso, como o topo de paradas nos Estados Unidos Money for Nothing, que foi também o primeiro vídeoclipe apresentado na MTV do Reino Unido. Houve mudanças na formação da banda, com a adição do segundo tecladista Guy Fletcher e a saída de Hal Lindes durante as gravações, tendo sido substituido por Jack Sonni. Apesar disso Hal permanenceu como membro oficial da banda até o lançamento do álbum. Além disso, Terry Williams tornou-se baterista. O sucesso comercial do disco foi ajudado pelo fato de ter sido um dos primeiros álbuns completamente gravado e produzido no então novo formato CD, levando aos admiradores da nova tecnologia a venerarem o álbum. A turnê mundial da banda de 1985-1986 foi de sucesso fenomenal. Após tocar várias vezes no Wembley Arena, a banda também participou em 13 de julho de 1985 no Live Aid, tocando Money for Nothing com a participação nos vocais de Sting. A turnê terminou no Entertainment Centre em Sydney. O sucesso do disco e a participação no Live Aid tornaram o Dire Straits a banda que mais vendeu em meados da década de 1980. Em 1986, após o final da turnê de suporte ao álbum Brothers in Arms, a banda estendeu-se fora da mídia e Mark Knopfler concentrou-se em projetos solo, além de trilhas sonoras. O grupo reuniu-se novamente para o concerto de aniversário de 70 anos de Nelson Mandela em 1988, com a participação de Eric Clapton. No mesmo ano Terry Williams deixou a banda. Após Knopfler ter trabalhado e participado de turnê com o Notting Hillbillies, o Dire Straits reuniu-se em 1990. O resultado foi o último álbum de estúdio da banda, On Every Street (1991), com sucesso e críticas moderadas. A turnê mundial de 1991-1993 não foi tão bem sucedida quanto a anterior. Em 1993 foi lançado o álbum ao vivo On the Night, documentando a turnê.
Membros fundadores
Mark Knopfler - vocal e guitarra (1977-1995) John Illsley - baixo e back vocal (1977-1995)
Membros da última formação
Alan Clark - teclado (1980-1995) Guy Fletcher - teclado e back vocal (1984-1995)
Membros antigos
David Knopfler - guitarra, teclado e back vocal (1977-1980) Pick Withers - bateria, percussão e back vocal (1977-1982) Hal Lindes - guitarra e back vocal (1980-1984) Terry Williams - bateria e percussão (1982-1988) Jack Sonni - guitarra e back vocal (1984-1988) Chris White - saxofone (1984-1995)
Toto é uma banda de rock progressivo norte-americana, formada em 1976 em Los Angeles, que cantou clássicos como Rosanna e Africa.
Discografia
1978 Toto 1979 Hydra 1981 Turn Back 1982 Toto IV 1984 Isolation 1986 Fahrenheit 1988 The Seventh One 1992 Kingdom of Desire 1995 Tambu 1999 Mindfields 2002 Through the Looking Glass (canções conver) 2006 Falling In Between
Compilações, álbuns ao vivo e bandas sonoras
1984 Dune (banda sonora, remasterizada e reeditada em 1997 e 2001) 1990 Past to Present 1977-1990 (compilação com quatro novas faixas) 1993 Absolutely Live 1995 Best ballads, publicado na Alemanha e Áustria. 1998 Toto XX (faixas inéditas) 1999 Livefields 2003 Live in Amsterdam 2003 The Essential Toto
Bon Jovi é uma banda de rock and roll de Nova Jersey que vendeu mais de 35 milhões de discos nos EUA desde sua formação, em 1969, e mais de 610 milhões por todo o mundo. Fez shows nas maiores cidades de Ásia, Europa, Austrália, Canadá e América do Sul, além de um grande número de cidades dos EUA. Foi bastante influente, pioneira do estilo "MTV Unplugged".
O líder e vocalista Jon Bon Jovi (John Francis Bongiovi) começou a tocar piano e guitarra aos 7 anos, aprendendo músicas de Elton John. Com a mesma idade, Jon fundou sua primeira banda, chamada Raze. Aos 16 anos Jon conheceu David Bryan (David Bryan Rashbaum) no colégio (Sayreville War Memorial High School). Os dois fundaram uma banda de R&B cover chamada Atlantic City Expressway. Eles tocaram em clubes de New Jersey mesmo sendo menores de idade. Ainda na adolescência, Jon tocou na banda Jon Bon Jovi and the Wild Ones.
Durante o verão de 1966, fora da escola e em empregos temporários — incluindo trabalho em uma loja de sapatos — Jon finalmente conseguiu um emprego na PowerStation Studios", uma gravadora de Manhattan, da qual o co-dono era seu primo Tony Bongiovi (que trabalhou com bandas como Aerosmith, Ramones e Talking Heads).Jon fez várias demonstrações de músicas (incluindo uma produzida por Billy Squier) e as enviou para muitas outras gravadoras, mas não obteve sucesso.
Aos 13 anos, Jon teve sua primeira experiência com gravação. A música gravada foi "R2-D2 We Wish You a Merry Christmas", de Meco Monardo e Daniel Oriolo, em um disco de Natal de Star Wars, Christmas in the Stars, produzido por Tony Bongiovi.
Em 1983, a rádio local WAPP 103.5FM "The Apple" fez um concurso, junto à St. John's University, para eleger a melhor banda desconhecida. Jon Bon Jovi tocou com músicos de estúdio em "Runaway" (que foi escrita em 1980). Depois de vencer o concurso, a música se tornou um sucesso imediato no verão de 1983. Os músicos de estúdio que ajudaram Jon a gravar "Runaway" são conhecidos como "The All Star Review" e eles são Tim Pierce (guitarra), Roy Bittan (teclados), Frankie LaRocka (bateria) e Hugh McDonald (baixo).
Jon agora precisava urgentemente de uma banda. Os futuros membros do grupo tinham se cruzado no passado, mas a formação atual não se juntou até março de 1983. Jon ligou para David Bryan, que chamou Alec John Such e Tico Torres.
Uma série de guitarristas passaram (incluindo Dave "the Snake" Sabo, futuro membro do Skid Row), até que Richie Sambora se juntou. Such falou para Jon deixar Sambora mostrar o que podia fazer, e Jon adorou. Antes de entrar na banda, Sambora excursionou com Joe Cocker, tocou com um grupo chamado Mercy e também foi chamado para um teste para o Kiss. Ele também tocou no álbum Lessons com a banda Message, que foi lançado em CD pela Long Island Records em 1995. O Message originalmente assinara com a Swan Song (do Led Zeppelin), porém um álbum nunca foi lançado.
Tico Torres também era um músico experiente até então. Ele gravou com Miles Davis e tocou ao vivo com The Marvelettes e Chuck Berry.
David Bryan era um recruta natural. Ele saiu da banda que ele e Jon fundaram no colégio, e saiu do colégio para entrar na Juilliard School, a famosa escola de música.
Bon Jovi agora era uma banda. Durante um show de abertura para a banda Scandal, o grupo chamou a atenção do executivo de gravadora Derek Shulman, que os assinou com a PolyGram.
Com a ajuda do novo empresário, Doc McGhee, o álbum de estréia da banda, Bon Jovi, foi lançado em 21de janeiro de 1984.
O álbum chegou à ouro nos Estados Unidos (mais de 500,000 cópias vendidas) e também foi lançado no Reino Unido. A banda abriu para ZZ Top no Madison Square Garden (antes do álbum ser lançado), e para os Scorpions e os Kiss(Ironia:Três anos mais tarde, depois do enorme sucesso do Bon Jovi, os Scorpions abriu shows da banda) na Europa, além de shows no Japão.
O ligeiro sucesso do primeiro álbum animou os produtores para um segundo. Em 1985 é lançado 7800° Fahrenheit, mas a recepção foi fraca. A revista britânica Kerrang!, que foi bastante positiva em relação ao álbum de estréia, chamou este de "uma fraca imitação do Bon Jovi que nós conhecemos e aprendemos a gostar". O próprio Jon Bon Jovi posteriormente disse que o álbum poderia e deveria ser melhor.
Para o próximo álbum, a banda começou a escrever com o consagrado compositor Desmond Child (que foi indicado à banda por Gene Simmons). Slippery When Wet, lançado em 1986, foi produzido por Bruce Fairbarn e gravado em Vancouver, Canadá. Slippery levou a banda ao status de astros mundiais, com sucessos como "You Give Love a Bad Name", "Livin' On A Prayer", e "Wanted Dead or Alive". Jon Bon Jovi diz que o álbum recebeu seu nome ("escorregadio quando molhado") por causa dos sinais de estrada, mas David Bryan diz o seguinte sobre o nome do álbum: "durante a gravação do disco nós freqüentemente iamos a um clube de streaptease onde belas garotas passavam água e sabão umas nas outras. Elas ficavam escorregadias por causa disso, e você não podia segurar mesmo que você quisesse muito. 'Escorregadio quando molhado!!' um de nós gritou e o resto de nós automaticamente já sabia: esse tinha que ser o título do novo álbum! Inicialmente nós iamos pôr uma foto de uns belos peitos, uns realmente grandes, na capa; mas quando o PMRC (uma comissão de moral sobre o comando de Tipper Gore, esposa do senador e ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore) descobriu, estávamos com problemas. Então decidimos pôr uma capa bem decente."
Curiosamente, sabe-se que, na época, Jon Bon Jovi não queria incluir "Livin' On A Prayer" (que se tornaria um dos maiores sucessos da banda em todos os tempos) no álbum, e que o mesmo só recebeu a canção graças ao esforço de Sambora em convencer o vocalista sobre o potencial da música. Apesar disso, muitos fãs lamentam até hoje o fato da música "Edge Of A Broken Heart" não ter entrado no álbum. Atualmente, o próprio Bon Jovi demonstrou concordar com tal opinião, reconhecendo que a música poderia ter sido um tremendo sucesso.
O álbum vendeu nos EUA 12 milhões de cópias desde o lançamento. Na turnê que se seguiu, Jon Bon Jovi começou a ter dificuldades vocais. As notas extremamente altas e constantes danificaram sua voz permanentemente. Com a ajuda de um técnico vocal, Bon Jovi continuou a turnê. Ele tendeu a cantar em tons ligeiramente mais baixos desde então.
O próximo álbum, New Jersey (chamado originalmente de "Sons Of Beaches" e planejado como um álbum duplo) foi lançado em 1988, novamente produzido por Bruce Fairbarn. O álbum foi gravado logo após o fim da turnê do Slippery, pois a banda queria provar que não era apenas um sucesso temporário. O resultado é um dos álbuns favoritos dos fãs, com sucessos como "Bad Medicine", "Lay Your Hands On Me" e "I'll Be There For You", que permanecem nos repertórios até hoje. No entanto, o álbum levou a banda direto da exaustiva turnê anterior para uma mais ainda. A constante vida na estrada quase destruiu a forte relação entre Jon Bon Jovi e Richie Sambora. No começo de 1990, com o fim da turnê, a banda se separa e dá uma boa folga antes de se juntarem e voltarem ao estúdio.
No começo da década de 1990, o Bon Jovi estava saturado de trabalho. As brigas entre os membros se tornaram constantes e a banda resolveu "dar um tempo". Jon lançou um álbum solo, trilha sonora do filme "Young Guns II" (Jovens Demais Para Morrer 2) que incluiu os hits "Blaze Of Glory" (seu clipe até hoje é um dos mais exibidos em toda história da MTV americana e brasileira),Miracle e Santa Fe. Richie também lançou um disco-solo, "Stranger In This Town", mais baseado em suas raízes blues, o qual não chamou tanta atenção da mídia. As vendas foram baixas e a turnê promocional, bastante curta. O show mais lembrado foi em San Diego (EUA), em 1991, capturado no próprio soundboard e gravado em alguns CD's bootleg ao redor do mundo.
Nesse meio tempo da separação da banda, com a saída de Steven Adler dos Guns N' Roses, Axl Rose convidou Tico Torres, para ser o baterista do Guns N' Roses.Mas ele não aceitou com tal desculpa:"Estou na maior banda do mundo", referindo-se ao Bon Jovi.
Em 1992, a banda se reúne para gravar "Keep The Faith", o 5º álbum de estúdio (cujo nome original era "Revenge"). Contendo letras mais políticas do que românticas, o álbum trás uma mensagem crítica da sociadade. Neste álbum a banda assume também um novo visual, mudando os cabelos, entrando de fato na década de 90. O disco vendeu milhões de cópias pelo mundo e foi considerado um sucesso, mesmo não sendo tanto como os dois anteriores.
Em 1994, a banda lança a coletânea "Cross Road", que contém duas músicas inéditas: "Always", que originalmente foi feita para a trilha sonora do filme "O Sangue de Romeo" que curiosamente fez muito mais sucesso que o filme, e "Someday I'll Be Saturday Night", que teve que ser retirada das paradas da MTV brasileira para dar chance a outros clipes. Nesse ano, Alec John Such deixa a posição de baixista da banda, sob rumores conflitantes de alcolismo, drogas, acidentes de moto etc. O baixista Hugh McDonald assume seu lugar e no ano seguinte, a banda lança "These Days", álbum marcado por um clima mais soturno, mais socialmente crítico do que Keep The Faith e letras visivelmente mais complicadas e maduras, conseguindo emplacar o hit-balada "This Ain't A Love Song" e a faixa título "These Days", chegando a #6 e #7 respectivamente no Reino Unido. Nessa época, a banda gravou 3 shows consecutivos e lotados no estádio "Wembley", em Londres, além de fazer uma turnê por quase todo o mundo, passando por países como o Brasil, África do Sul e a Índia, tendo todos os ingressos para seus shows vendidos. Foram longas e exaustivas turnês que marcaram a presença da banda no cenário musical pós-grunge dos anos 90.
A partir daí, o Bon Jovi resolveu dar mais uma parada com a banda para que seus integrantes pudessem se dedicar a seus projetos pessoais, mais uma vez. Em 1997, Jon lança o segundo álbum solo, "Destination Anywhere", acompanhado de um curta-metragem que teve a colaboração de Mark Pellington como diretor e roteirista, baseado nas letras do álbum o curta que leva o mesmo título do disco conta com a participação dos atores: Kevin Bacon, Demi Moore, Annabela Sciorra e Whoopie Goldberg. Em suas turnês, veio até o Brasil para a divulgação, Jon fez apenas um showcase, assistido em pessoa por poucos. No ano seguinte, Richie faz o mesmo, com o álbum "Undiscovered Soul", mostrando uma amadurecimento musical, tendo no CD participação de Steve Tyler do Aerosmith na gaita de "If God was a woman". Algumas músicas chegaram a tocar nas rádios brasileiras, como "Hard times come easy" e "In it for love", mas não teve tanta repercussão quanto com o público americano. Richie chegou a fazer shows de divulgação do CD em Osaka no Japão, e assim como a tour do primeiro CD solo, foi lançado em alguns CD's bootleg.
Bon Jovi Dublin 2006Em 2000, Bon Jovi lança "Crush", um sucesso comercial com o single "It's My Life", considerado um dos maiores hits da história da banda. Além de outros sucessos como "Just Older", "Say Isn't So", "Next 100 Years", entre outros.Foi um sucesso tremendo.
Em 2001, atendendo aos pedidos dos fãs que clamavam por um álbum ao vivo, a banda lança "One Wild Night Live: 1985-2001", contendo uma coleção de sucessos em algumas de suas melhores apresentações ao longo dos anos da banda na estrada, além da inédita "One Wild Night".
No ano seguinte, lançam o álbum "Bounce" - inspirado, em parte, nos atentados de 11 de setembro - com os hits "Everyday" e "Misunderstood".
Em 2003, lançaram "This Left Feels Right", uma coleção de regravações de seus grandes sucessos em versões completamente diferentes. No final do ano seguinte, lançaram um Box Set: "100.000.000 Bon Jovi Fans Can't Be Wrong", comemorando os 20 anos de existência da banda, que coincidiram com um número aproximado de 100 milhões de cópias vendidas de seus álbuns em todo o mundo. Obviamente, trata-se apenas de dados coletados pela gravadora, o que significa que a banda já passou efetivamente da marca dos 100 milhões há muito tempo.
Em setembro de 2005 foi lançado o álbum "Have a Nice Day". A turnê teve início em novembro na cidade de Chicago e o 1º single para promoção foi a faixa-título do álbum. O álbum vendeu 4,5 milhões de unidades em todo o mundo (até outubro de 2006). A faixa "Who Says You Can't Go Home" foi lançada em um dueto com Jeniffer Nettles da banda americana de Country Sugarland, e entrou para a história sendo a primeira música de uma banda de rock a ficar em primeiro lugar nas paradas de música Country.
A turnê foi um sucesso tremendo, ganhou prêmio BillBoard de Melhor Turnê, Melhor Show(o último da turnê no Giants Stadium, em New Jersey.Mas como a turnê só passou pelo Hemisfério Norte, existem boatos, que com o sucesso da primeira turnê, o Bon Jovi fara uma segunda turnê, passando pelos países do Hemisfério Sul como Brasil, Austrália, África do Sul e Argentina.O próprio baterista da banda, Tico Torres afirmou que a banda fariam shows na Argentina no final do ano.E os dois maiores jornais brasileiros, Folha de São Paulo e estado de São Paulo publicaram materias dizendo que o Bon Jovi faria shows no Brasil no fim de 2006 ou no início de 2007.Em entrevista ao fã-site oficial(www.backstagejbj.com) Jon Bon Jovi afirmou que pretende fazer uma "Have A Nice Day TOUR 2".
No fim de 2006, após o término da turnê Have a Nice Day, Jon Bon Jovi anunciou que a banda pretende lançar um cd Country Rock no primeiro semestre de 2007. Bon Jovi, em um show no Hard Rock Café, em Los Angeles no fim de 2006, apresentou a música Lost Highways ao público no qual será também o nome do álbum. Essas são as possíveis músicas do disco:
Lost Highways Summertime Any Another Day Make a Memory I Love This Town Obs.:"Make a Memory" , "I Love This Town",´´Summertime´´ e ´´Any another day´´ podem ser ouvidas nestes links, respectivamentes:O novo álbum da banda de rock americana Bon Jovi, “Lost Highway”, vai ter uma pitada a mais de música country que o último, “Have a Nice Day”, de 2005. O objetivo é continuar incorporando o estilo cowboy a algumas músicas do CD e manter o sucesso e lucro milionário do último trabalho. “Lost Highway” será lançado no dia 19 de junho, mas desde o dia 20 de março, a faixa “(You Want to) Make a Memory” está tocando nas rádios norte-americanas.
A faixa “Lost Highway” pode ser ouvida no trailer da nova comédia estrelada por John Travolta, “Wild Hogs”, e "We Got It Going" foi escolhida pelo canal de esportes ESPN como tema da Liga de Futebol de Arena de 2007.
Bon Jovi está investindo tanto no público country, que a banda foi convidada a se apresentar, em abril, no CMT Awards, uma premiação voltada para esse gênero musical. Em 2005, o dueto de Bon Jovi e Jennifer Nettles, cantora da banda country “Sugarland”, entrou para a história. A faixa "Who Says You Can't Go Home", do CD “Have a Nice Day”, foi a primeira música de uma banda de rock a ficar em primeiro lugar no ranking country da Billboard.
Além disso, a arrecadação da turnê de “Have a Nice Day” foi uma das maiores da banda – US$ 131 milhões (R$ 267 milhões), com 1,4 milhões de cópias do álbum vendidas só nos Estados Unidos.
A história do Talk Talk se remota no interior da Inglaterra com o cantor e letrista Mark Hollis e seu irmão mais novo, Ed Hollis, DJ e produtor, e que mantinha a banda Hollis and the Hot Rods. Inicialmente, Mark Hollis estava planejando se formar piscólogo e trabalhar com crianças, mas em 1975 ele deixou a universidade e se mudou para Londres. A época era propícia e o jovem Mark colocou um anúncio no Melody Maker procurando pessoas para formar uma banda.
Em 77 estava formado o The Reaction. Mark pediu a ajuda de seu irmão para produzir uma demo e enviar para as pessoas com as quais ele tinha contato. Ed Hollis entregou a fita do Reaction para Island Records. Ed Hollis não gostou muito do nome da banda do irmão e mudou o nome da fita demo para Talk Talk e levou até a gravadora do Gary Numan e Cabaret Voltaire, a independente Beggar's Banquet que a incluiu na coletânea chamada Streets.
Depois do primeiro single I Can't Resist, em 1978, The Reaction se separou e, com a ajuda do seu irmão, Mark Hollis foi apresentado aos baixista Paul Webb, ao baterista Lee Harris e ao tecladista Simon Brenner, com quem ele formou oficialmente o Talk Talk em 1981. Devido a convivência com seu irmão produtor, Mark acbou por se tornar um perfeccionista e a banda gravou várias demos, centenas de ensaios com o produtor Jimmy Miller, Mark conseguiu um contrato com a EMI que tinha acabado de incluir no seu cast o Duran Duran produzido por Colin Thurston que estava em alta pois o álbum do Duran tinha simplesmente emplacado 4 hits nas paradas inglesas e a EMI dispensou o antigo produtor da banda e solicitou a Colin que produzisse os dois primeiros singles da banda: Mirror Man e Talk Talk. A gravadora estava claramente tentando orientar todo o seu novo cast para o estilo New Romantic e a banda foi a escolhida para abrir todos os shows da tournê de 82 do Duran Duran o que ajudou na divulgação do disco de estréia, o clássico The Party's Over. O disco foi aclamado pela crítica e classificado como "synth pop sensível e contemporâneo" e genial no quesito letras. Em 1983, o Talk Talk lançou o single My foolish friend que marcou um salto para as principais posições das paradas britânicas. O som estava mais pesado, porém mais maduro. Ainda em 1983, o tecladista Simon Brenner foi demitido por razões que são controversas até hoje. Há quem diga que a decisão partiu de Mark Hollis que achava que Simon não estava se esforçando o suficiente.
Durante o ano de 1983 a banda trabalhou basicamente no álbum It's my Life, que trouxe a música que deu nome ao álbum, inovando e acentuando um estilo New Romantic um pouco mais pop, mesclado com seu technopop texturizado, para se ouvir em casa, uma espécie de pré-ambient. Infelizmente essa música ganhou uma versão não muito palatável meses atrás, e apesar do relativo sucesso aos ouvidos desavisados, a original continua disparada imbatível no coração dos fãs dos 80. Foi decisiva a chegada do produtor e multi-instumentista Tim Friese-Greene que passou a ser um membro não oficial da banda em todos os discos. Hollis encontrou em Friese a pessoal ideal para entender as ambições dele. It's my life acabou se tornando um clássico dos anos 80. A música trazia finas linhas de pop e tentava direcionar a new wave para um caminho de texturas mais ricas. A música foi sucesso no mundo inteiro. Seu clipe é uma atração à parte nas festas Autobahn, baseado em imagens de animais brincando em seu habitat, como em uma bela campanha ambientalista. O disco seguinte, The colour of spring de 1986 trazia o mesmo clima de It's My Life e emplacou os sucessos Life is What You Make of it e Give it Up se tornando o disco mais vendido da banda. Em 1987, a banda se instalou em uma igreja abandonada em Suffolk para começar a trabalhar no quarto álbum. Essa decisão foi tomada por Hollis que estava ouvindo muito na época o disco Closer do Joy Division, que também foi gravado em uma igreja abandonada e trouxe efeitos sonoros bem diferentes de um estúdio convencional. Depois do sucesso de vendas do disco anterior e de uma turnê realizada em 86 que foi extremamente rentável, a gravadora EMI aguardava ansiosamente por este disco. No entanto, a banda estourou o prazo e as cobranças por parte do executivos da gravadora começaram. Cobrado pela gravadora, Hollis disse que não permitiria nenhum tipo de intervenção para acelerar as gravações e nem aceitaria a demissão produtor. Hollis e o produtor, estavam construindo músicas com arranjos extremamente complexos e, portanto, também não poderia ceder aos pedidos de shows que a gravadora estava recebendo. Finalmente, após 14 semanas dentro do estúdio, o disco Spirit of Eden ganhou a luz do dia e foi massacrado pela crítica, gerando uma pequena procura comercial enorme que acabou em rádios que não executavam as músicas por achar que o público não iria gostar. Músicas prolongadas, arranjos intrincados, muito semelhantes ao Jazz. Todo esse desgate trouxe o inevitável rompimento de contrato entre gravadora e banda. Houve uma ultima tentativa da gravadora para tentar reaver o prejuízo e lançou o single I Believe in You sem o consentimento da banda. Hollis processou a gravadora e a música foi retirada de todas as rádios onde estava começando a tocar. A banda conseguiu assinar com a Polydor para lançar um outro trabalho, mas Paul Webb deixou a banda, irritado com a incostância das situações. Isso fez com que Laughing Stock foi gravado, basicamente com músicos convidados. O trabalho marcou o fim da banda e em 1992, Webb e Harris formaram a banda O'Rang enquanto Hollis desapareceu voltando à cena apenas em 1998 com um disco solo. O último lançamento foi em 1999, o disco London 1986, ao vivo e em 2003
Simply Red é um grupo musical da Inglaterra liderado pelo cantor e compositor Mick Hucknall.
Integrantes
Mick Hucknall: voz John Johnson: trombone Kevin Robinson: trumpete Steve Lewinson: baixo Sarah Brown: back vocal Kenji Suzuki: guitarra Dee Johnson: back vocal Pete Lewinson: bateria Ian Kirkhan: saxofone Chris De Margari: saxofone e flauta
Discografia
1985: Picture book 1987: Men and women 1989: A New Flame 1991: Stars 1995: Life 1996: Greatest Hits 1998: Blue 1999: Love and The Russian Winter 2000: It's Only love 2003: Home 2005: Run It Red 2005: Simplified 2007: Stay
O Queensryche é uma banda de metal que nasceu em 1981 em Washington (USA). Chris DeGarmo, Michael Wilton se conheceram no colégio e juntaram-se a Scott Rockenfield e Eddie Jackson formando uma banda chamada The Mob.
Conheceram Geoff Tate (que era do Babylon) durante um festival, o Metalfest '81. Chris e os outros integrantes não tinham um vocalista e não tiveram a menor vergonha de chamarem Geoff para cantar nesse festival. O resultado não podia ser melhor. Mas depois do festival, Geoff não ficou na banda. No ano seguinte, a banda passou a se chamar Queensryche, nome tirado da música Queen of the Ryche da própria banda. O empresário da banda levou uma demo à revista Kerrang! que rendeu a gravação de um EP, "Queensryche" (206 Records) que traz, entre outras a música "Queen of the Ryche" e a voz de Geoff. Vendo isso, Geoff deixou do Myth (banda da qual fazia parte nessa época) e juntou-se ao Queenryche. Em 83, depois de uma rádio local de Washingtoin tocar algumas músicas do Queensryche, a banda assina um contrato com a EMI que regrava seu primeiro EP de maneira que o EP da 206 Records é hoje um item de colecionador. Ainda no final desse ano, Chris DeGarmo e seus colegas fazem shows ao lado de bandas renomadas como o Quiet Riot, Dio, e Twisted Sister. Em 84 sai o primeiro álbum da banda, "The Warning", gravado em Londres. O heavy metal inteligente que marcaria o som da banda apenas começava a se demonstrar neste disco que se tornaria um dos clássicos do rock em pouco tempo. Seguem-se turnês pelo Japão, Europa e Estados Unidos. "Rage For Order" sai no ano seguinte, consolidando o estilo inconfundível da banda.
Em 86 a banda sai em turnê novamente, desta vez com AC/DC e Ozzy Osbourne. Em outubro desse ano, despedem o empresário mas não cancelam os shows, seguindo para a europa com o Bon Jovi. Nessa época, o Queensryche já havia conquistado milhares de fãs por todo o mundo.
Os fãs ficaram ainda mais fanáticos com o lançamento de "Operation: Mindcrime" (1988), produzido por Peter Collins. O álbum traz uma estória sobre um Dr. X, algo parecido com a idéia de King Diamond em seus álbuns, onde uma canção é continuação da outra, mas com estilos distintos, é claro. Esse álbum é considerado o melhor por muitos fãs.
Mas é em 1990, com o álbum "Empire" (também produzido por Collins) que o Queensryche atinge a grande mídia. É desse álbum a famosa "Silent Lucidity" que conquistou outros milhares de fãs e rendeu um clipe na MTV. O álbum lançou também outros singles e vídeo-clipes, já que suas canções eram mais assecíveis e comerciais, porém não menos brilhantes. Com este disco a banda ganhou um dos prêmios do MTV's Video Music Awards, o de escolha da audiência.
A turnê Building Empires durou dois anos e rendeu um álbum ao vivo e um vídeo reunidos em uma caixa, "Operation: Livecrime". Em 93 o Queensryche gravou a faixa "Real World" para a trilha sonora do filme Last Action Hero (O Último Grande Herói). Depois disso a banda tirou bem merecidas férias que duraram 6 meses. Em 94 sai "Promised Land" que, dois anos mais tarde vira um jogo em CD-ROM. "Hear in the Now Frontier" chega em 97. Em 98, Chris DeGarmo resolveu deixar a banda, para a tristeza de muitos fãs, mas esse não é o fim do Queensryche que lança "Q2K" no ano seguinte, com o guitarrista Kelly Grey. Após seguidos trabalhos de estúdio e preocupados com a forte pirataria que era feita durante as turnês, o grupo decide que está na hora de presentear o público com material ao vivo de qualidade e gravam dois shows em Seattle, cidade natal do Queensryche. Em 2001 foi lançado então o duplo “Live Evolution”, trazendo todos os grandes hits da banda desde a década de 80. Chris DeGarmo volta ao Queensrÿche para as gravações do novo trabalho do grupo, "Tribe", lançado em 2003. Não se sabe, porém, se essa é a volta definitiva do guitarrista à banda.
O Queen reuniu ao todo 30 anos de carreira. Começou como muitos começam, tocando para amigos, mas chegou onde poucos conseguiram. Tudo começou em meados de 1968, quando Brian May (que tocava uma guitarra feita pelo seu pai) e Tim Staffel resolveram montar uma banda. Através de um anúncio no mural da faculdade, conheceram um estudante de biologia, Roger Taylor, que entrou na banda como baterista.
O nome da banda era Smile. Chegaram a gravar uma demo com seis faixas pela Mercury Records.
Mas a banda não chamou a atenção de ninguém, a não ser de um tal Faroukh Bulsara,
que viria a ser conhecido mais tarde como Freddie Mercury.
Freddie logo ocupou o lugar de Tim, dando uma nova cara à banda.
Em 1970, já com o nome de Queen, encontraram o baixita John Deacon,
para completar o som. Em 73 lançaram o primeiro álbum, intitulado Queen e no ano seguinte saiu Queen II. Mas foi com o 4º LP, A Night At The Opera, que foram para as alturas.
O Queen era uma banda de Hard Rock que fazia rock com arte: corais, grande presença de palco. Os álbuns seguintes vieram confirmar isso junto ao público e à critica. Nessa época,
o Queen já tinha formado um legião de fãs por todo o planeta. Em 81 o Queen veio ao Brasil lotando o estádio do Morumbi por dois dias.
Voltaram quatro anos depois, em 85, para a primeira edição do Rock In Rio.
A partir de Hot Sace de 1982, os álbuns ficaram soando muito pop,
o que não agradou muita gente. Mesmo assim, a fama do Queen só crescia e a banda continuava a marcar o mundo com suas músicas. Foram lançados 21 álbuns, sem contar uma coletânea que saiu em 1997 e sem contar também uma série de edições limitadas, discos piratas e EP's. No início dos anos 90, uma notícia entristece o mundo: Freddie Mercury morre vítima da AIDS, deixando milhares de fãs por todo o mundo. A banda terminou, mas a verdade é que o Queen vendeu mais de 130 milhões de álbuns e continua vendendo.
A música We Are The Champions foi adotada como hino oficial da vitória na Copa do Mundo. A banda fez alguns shows especiais com o vocalista Jeff Scott Soto (Malmsteen, Talisman) e recentemente uma estátua em homenagem ao vocalista Freddy Mercury foi levantada em frente ao Dominion Theatre, em Londres, onde acontece o musical
"We Will Rock You", dirigido por Ben Elton. Em 2004 uma das apresentações mais importantes do Queen foi transformadas em um CD duplo e um DVD. O show realizado em 1982 no Milton Keynes Bowl, em Londres recebeu o nome de “Queen on Fire: Live at The Bowl”. O material lançado pela Hollywood Records trará o show na integra, além de entrevistas, galeria de fotos e cenas de bastidores. Recentemente o guitarrista Brian May declarou a vontade de fazer uma turnê inteira com o cantor Paul Rodgers, ex-integrante do Free e do Bad Company, nos vocais.
O Queen saiu em turnê pela Europa em março de 2005, com Rodgers como vocalista.
Supertramp são uma banda britânica de rock progressivo que lançou (emplacou) uma série de álbuns de sucesso nos anos 70. No princípio gravavam mais álbuns conceituais, mas tornaram-se mais conhecidos por suas posteriores canções ao estilo dos Beatles, como "Dreamer",
"Give a Little Bit", "The Logical Song", "Breakfast in América", "It's Raining Again"
e uma série de outros sucessos.
Apesar do enorme sucesso o grupo, por opção, nunca alcançou o estrelato; era afirmado durante o auge de sua popularidade que os Supertramp eram a banda que mais vendia no mundo cujos integrantes poderiam andar na rua sem serem reconhecidos. E realmente, a banda era um sucesso tão estrondoso quanto os Rolling Stones, a diferença era que os cinco integrantes optavam por uma espécie de anonimato, sem grandes explorações comerciais. Segundo especialistas, esse fator comprova a qualidade natural da banda e (discutivelmente) a ratifica entre as cinco melhores e maiores bandas da história da música.
Rick Davies com a banda em 2001 em DresdenO grupo alcançou sucesso depois do lançamento de Crime of the Century em 1974. A banda continuou, abandonando seu estilo progressivo em favor da música pop. Os Supertramp continuaram em força nos anos 80 lançando vários álbuns de grande repercussão, já sem um dos vocalistas no final da década, Roger Hodgson (que seguiu carreira solo). O primeiro álbum sem Roger, Brother Where You Bound mostra um retorno às raizes progressivas, dando ênfase a grandes solos e composições memoráveis, como se estivesse partindo do zero após a saída do antigo parceiro. Nos anos 90 sua popularidade diminuiu, pois não lançaram nenhum álbum até 1997. Com uma nova formação, voltaram a fazer muito "barulho" nas cidades que visitaram, motivando uma procura intensa dos ingressos para seus shows, mesmo sem o vocalista Roger Hodgson. Após a "It's about time world tour", nesse mesmo ano, os Supertramp ainda lançaram outro álbum em 2002: Slow Motion, com canções muito boas e outra World Tour no ano seguinte: One more for the road tour!. Outro grande sucesso, apesar da pouca publicidade requisitada pelo grupo.
No final de 2005 a Universal lançou a coletânea dupla Retrospectable – The Supertramp Anthology. A coletânea contém 32 faixas remasterizadas dispostas em ordem cronológica, de 1970 a 2002 e é uma espécie de biografia musical do grupo. Nos dias de hoje, os Supertramp estão (pelo menos para já) fora dos palcos e dos estúdios, não se sabendo se esta paragem será em definitivo.
No fim dos anos 70, um jovem chamado Ian Astbury decidiu montar uma banda. Este era o começo do Southern Death Cult, um grupo punk, mas que não combinava totalmente com o estilo, uma vez que Astbury era muito influenciado pela música e o visual dos anos 60. Somente após a entrada do guitarrista Billy Duffy, a banda passa a se chamar The Cult. Completaram a formação o baixista Jamie Stewart e o baterista Nigel Preston.
O álbum de estréia "Dreamtime" (1984) , mostrava uma banda muito eclética e pouco convencional. Na época, as revistas americanas classificaram o The Cult como "muito gótico para o público em geral, muito heavy para os góticos e muito progressivo para os punks". Mesmo com toda essa indecisão, o álbum tem ótimas músicas que a banda toca ao vivo até hoje. Após esse lançamento, o batera Preston é substituido por Mark Brzezicki. Durante as gravações do segundo álbum, Mark é substituido por Les Warner e é lançado o disco "Love". "Love" (1985), é uma homenagem da banda aos grupos da década de 60 e 70 como Led Zeppelin, The Doors, Jimmi Hendrix, entre outros que sempre os influenciaram. Além do título do álbum, os timbres, efeitos de guitarra e as equalizações utilizadas em "Love", são feitas baseadas nos discos dessa época. O grupo conseguiu projeção mundial, alcançando enorme sucesso com a faixa 'She Sells Sanctuary'. O baixista Stewart passou a tocar guitarra base e o baixista Kid Chaos entrou no grupo. Discussões entre Astbury e Duffy começaram a abalar o The Cult. A dupla não estava se entendendo nas novas composições e a saída foi chamar o respeitado produtor Rick Rubin, que já trabalhou com o Slayer e Danzig. Dessa união, surgiu em 1987, o álbum "Eletric", que foi um grande sucesso. O disco era pesado e foi rotulado como "Hard Blues Rock".
A banda entrou em turnê por 1 ano e meio e os problemas de Astbury com o álcool pioravam cada vez mais. Muitos shows, inclusive uma temporada no Japão, foram cancelados. Nessa época, Warner saiu do grupo e Matt Sorum foi chamado para assumir as baquetas. Para a gravação do novo álbum, foi chamado o famoso produtor Bob Rock (Metallica, Motley Crue, Bon Jovi) . "Sonic Temple" foi lançado em 1989, e acabou sendo um dos discos mais vendidos dos anos 80. A faixa "Edie (Ciao Baby) é tocada até hoje nas rádios. Após esse lançamento Matt Sorum foi para o Guns N' Roses e Mickey Curry entra em seu lugar. Contudo, as coisas não iam bem: Astbury havia chegado num nível em que o álcool trazia riscos graves para a sua saúde. A banda teve que virar-se várias vezes com versões instrumentais nas músicas para cobrir as constantes ausências de Astbury. No final da turnê de 1990, do álbum Sonic Temple, Stewart abandonou o grupo, cansado de ser mediador das constantes discussões entre Astbury e Duffy. Com o novo baixista Charlie Drayton, a banda lança "Cerimony" em 1992. O disco não trouxe nenhuma novidade, mas foi bem aceito pelos fãs. Em 1994, mais mudanças: entram Craig Adams no baixo e Scott Garrett na bateria. O produtor Bob Rock é chamado novamente e "The Cult" é lançado. O álbum, apesar de conter boas músicas, foi muito mal em vendas e deixou o grupo numa difícil situação. Astbury e Duffy partiram em projetos solos, mas nenhum deles conseguiu muita repercussão separados. Decidem então unir-se novamente e participam da trilha sonora do filme estrelado por Nicolas Cage, "Gone in 60 seconds" com a faixa "Painted on my Heart". A música fez grande sucesso tanto nas rádios como na MTV. Em junho de 2001, o The Cult lançou o novo álbum "Beyond Good and Evil", novamente com produção do veterano Bob Rock. O vocalista Ian Astbury, entretanto, anunciou que não tem planos futuros para o The Cult e caiu na estrada com a nova versão do The Doors, batizada de The Doors Of The 21st Century. Além disso ele está planejando sair em carreira solo e montou um novo projeto, o Holy Barbarians.